Dia 21 de novembro de 2009, sábado agora, aconteceu o show mais esperado ever, da minha banda preferida, dos compositores da soundtrack da minha vida, The Killers. Morri e renasci. ;__;
Dia 21 de novembro de 2009, sábado agora, aconteceu o show mais esperado ever, da minha banda preferida, dos compositores da soundtrack da minha vida, The Killers. Morri e renasci. ;__;
Há algum tempo já que eu não escrevo aqui - e nem no diário que eu prometi no último post atualizar com frequência. Acontece que eu ando tão mal-organizada que o máximo que viria escrever seria sobre como o tempo passa rápido, como os filmes legais só passam quando eu tenho algo muito importante pra fazer, como eu ignoro coisas muito importantes a serem feitas para assistir filmes, como minhas olheiras crescem em progressão geométrica, essas coisas, mas decidi que deveria me organizar primeiro e depois tratar, se não tiverem sido resolvidos, desses assuntos.
A verdade é que eu estou assistindo filmes/ perdendo tempo demais e dormindo/ estudando
No mais, eu deveria estar escrevendo como Sophia Loren pra esse site aqui, que é o blog do Grêmio do colégio, mas to empacada até pra escrever meu nome nas provas. Enquanto isso, estou desenhando trivialidades como pássaros voam e nerds assistem Star Wars.
E alguém mande as pessoas pararem de fazer aniversários, pois meu próximo fim de semana livre será em... 29 de Novembro. Talvez eu já tenha algum dinheiro pra comprar picolé nessa data.
Até lá, crianças. Lot's of love.
Há uns anos atrás eu escrevia de vez em nunca num caderno aí e, toda vez que ele surgia no meio do mundaréu de material de escola que tem acumulado aqui, eu pegava pra ler e batia uma nostalgia... era bom reviver aqueles pensamentos, sabe? Acho que é bem útil, também, porque não quero chegar aos quarenta anos sem registro nenhum de quando eu era nova. E sim, eu penso nisso - especialmente assistindo a filmes como Efeito Borboleta, por exemplo.
Diante disso e do computador novo que temos aqui - o laptop que eu escrevia sempre na lista do Papai Noel desde criança, quando chamava-o de "combudador que cabe na pasta" - eu resolvi escrever um diário mais moderninho, no WordPad. Veremos se vai funcionar agora. :]
Enfim, só freetalk mesmo. Lots of love.
Ah, é como se agora voltasse tudo ao lugar.
Semana passada eu voltei às aulas, é verdade, mas ainda estava todo aquele clima de falar sobre as férias, sobre a swine flu e, logo na quinta-feira, começou um evento que eu não esperava que ia começar tão rápido.
Hoje, no entanto, sinto que tudo voltou a normal. Eu preciso começar a estudar logo, preparar seminários, ir pra aulas de inglês e essas coisas da vida. E tudo vai se encaixando, novamente. Já fiz uma lista de afazeres diários que não cumpri nem 20%.
Ah, que chato.
Foi uma experiência ótima; fui andando, ouvindo música e tirando as fotos -das coisas e das minhas reações-, e fiquei sorrindo que nem uma idiota. Foi bem divertido, vocês deviam tentar. Se quiserem ver as fotos, eu upei a pasta aqui.
Postem aqui caso fizerem também! Batizei o projeto de A Walk Around The Hood
( E, por fim, um meme. )
I tag
Lots of love ♥
PS: Por mais calma que eu pareça, ainda estou surtando por dentro por causa dessas responsabilidades repentinas/ que eu só fui notar recentemente. 8D
PS2: Eu quero tirar fotos de verdade quando crescer. E tenho dito.
Acontece que, quando as benditas finalmente chegam, eu cometo a estupidez de dormir mais do que 12 horas no primeiro dia e assim por diante, até que eu comece a acordar num horário que já está escuro, como fiz hoje - ou ontem, e começo a viver como uma hamster. A única diferença entre eu e eles é que eles gastam a energia correndo e eu escrevo posts desinteressantes no livejournal enquanto o sol nasce. E me atocho de comida, é claro.
É por isso que eu farei hoje o primeiro corujão das férias. Vou ficar acordada até as sete da noite pra ver se consigo viver como uma pessoa normal antes que volte às aulas como olheiras com Bruna ao invés de Bruna com olheiras. Wish me luck. E, se alguém estiver a fim de me ajudar a fazer os quilos de lição que passaram repentinamente por causa do adiamento das aulas pela gripe suína, é só ligar, mandar scrap, comentário, sinal de fumaça...
Eu não costumo acreditar nessas coisas de significados de sonhos, signos, ascententes. Acredito piamente que os sonhos são informações sendo processadas pelo cérebro e tudo mais. O problema é que os meus geralmente não fazem sentido, ressucitam pessoas que eu nem sequer pensei no dia anterior, possuem coisas estranhas - como animais - e se repetem.
Nunca sonhei colorido, eu acho. Sempre eram borrões conceituais, nos quais eu sabia que era tal pessoa ou tal lugar mas nem podia ver direito - quando via, normalmente eram diferentes do real. Nunca achei isso estranho, pois conversei com pessoas e algumas também eram assim.
Minha mãe já morreu uma vez e eu acordei chorando também. Mas na realidade do sonho eu era pequena, na idade em que meus pais se separaram.
Tem um sonho que eu tenho desde que eu tinha 6 anos no qual eu e uns colegas da primeira série íamos de excursão para um zoológico e do nada aparecíamos na jaula dos crocodilos, com divisórias preenchidas com água escura (tipo de pântano) e envoltas por areia movediça. Ele se repetiu inúmeras vezes e eu já tinha desistido de entender, até que meu professor de Português do ano passado disse que interpretava sonhos. Quando perguntei a ele, respondeu que não podia falar porque isso dizia coisas profundas sobre mim que não cabia a ele falar (?).
Acontece que esse ano eu sonhei que um amigo meu que eu gosto muito era devorado por um crocodilo na minha frente e por minha causa. Depois o maldito ainda saía me perseguindo. Intrigada, descobri que a mãe de um outro amigo é astróloga e pedi pra ela perguntar sobre os bichos. É mais fácil entender, assim, que vivo circulada por gente traiçoeira do que meu cérebro estava processando informação que nem estava ali no final das contas.
Enfim, toda essa falação porque eu tive um sonho hoje do qual não queria ter acordado. Mas acordei, ele foi embora e eu não durmo desde as sete e meia da manhã. Tenso.

Um tempo atrás - e eu não sei por que tenho sempre que situar o post, devia só escrever e pronto - a É do Shakespeare, então já comecei com um preconceito, porém o filme não se provou monótono como imaginava, mas uma história bem fluffy e bonitinha. Bem previsível, inclusive, mas cheia de encheção de linguiça. Pelo menos, ao final do filme, eu entendi o porquê do título. Acontece que a história se resumiria a meia hora se não ocorressem um zilhão de confusões facilmente evitáveis que impedem que as coisas dêem certo. E o Claudio, papel do Robert, é tão ingênuo quanto o Wilson, só que bem imaturo.
Ah, o nome é Muito Barulho Por Nada (Much Ado About Nothing) e é uma gracinha, portanto assistam se tiverem tempo. :)

When you see this, post five unpopular fandom opinions in your journal.
1. Kira/Athrun is pure love. The only couple that made me read stuff in english. (Gundam Seed)
2. Helga should be everybody's favorite character. (Hey Arnold)
3. Rory doesn't deserve her boyfriends. (Gilmore Girls)
4. There aren't good Akitos on fanfics. (Bakuman)
5. Everybody loves it, nobody writes about it. (Lovely Complex)
Não gostei. D:
Era uma vez a casa dos meus avós. Ela foi construída humildemente de cômodo em cômodo, portanto sua arquitetura não era lá uma das mais organizadas. Diante disso, quando os filhos já estavam todos criados e alguns netos nascidos (eu, beijos), nasceu a vontade de uma nova casa e, ao invés de deixar a antiga e mudar de endereço, preferiram demolir a casinha e construir uma nova em cima. Quando isso aconteceu, compramos coisas novas. Entre elas, uma geladeira - branca, ela, já que era a moda na época. Inclusive, se, por algum motivo, você quiser saber a época em que uma geladeira foi comprada, olhe para a cor dela. A anterior à branca era marrom e velhinha, pobrecita.
Enfim. Após alguns meses, a dita começou a apitar loucamente, já que alguém, no auge da falta do que fazer, colocou o negócio no máximo e impossibilitou o degelo por causa disso. Não adiantava apertar botão, abrir portas e nem nada disso, o barulhinho não parava. Junto a isso, a luzinha não acendia mais - o que é triste, pois aquilo é muito prático. Nem assistência técnica resolvia, até que o barulho resolveu parar um dia e demos graças.
Semana passada eu desço em busca de alguma porcaria pra comer. Abro a geladeira. Fecho. Depois abro de novo, pra reafirmar o que havia visto com olhos rotineiros.
E ele disse: "faça-se a luz".
2. Desejo e Reparação (
3. Túmulo dos Vagalumes (</a></b></a>
4. A Identidade Bourne (
5. Onze Homens e Um Segredo
6. O Poderoso Chefão (
7. Os Garotos da Minha Vida
8. O Cavaleiro das Trevas
9. O Diário de Bridget Jones (</a></b></a>
10. De Volta Para o Futuro (</a></b></a>
11. Ligeiramente Grávidos
12. Como Se Fosse a Primeira Vez
13. A Janela Secreta
14. Laranja Mecânica (
15. Na Natureza Selvagem
:D
Edit: WTF os códigos antes do user da Nanda?
Precisava falar isso em algum lugar e, como aqui não é lugar pra falar essas coisas, venho aqui anunciar que meu Twitter renascerá. Follow me.
http://twitter.com/itachisaru
Lots of love - e leiam o post abaixo ainda assim. ♥
( Mememememe )
Ok, tem várias bem fáceis. Tentem, tentem, please? :D
Lots of love.
( NOVIDADES, BABY! )
Lots of love. :*
PS: Cara, fiz a prova do Budapeste e, embora não tenha terminado, gostei do livro. o_o
HA! Shujin e Saiko voltaram a me proporcionar alegrias! :B
Como incentivo, só devo falar que é light, dos tiozinhos de Death Note e o Shujin é uma graça. A Ika achou boring, mas eu gosto e acompanho (o único mangá [EM INGLÊS ainda!!!]) semanalmente.
Mas então, o post não era sobre isso. Ia recomendar um site, não mangá.
Em um dos congressos online do cardume do coração, a Julieta (Motoko Li) nos mostrou um site muito legal onde você lê e posta reviews de livros. Daí dá pra encontrar pessoas com gosto parecido, saber se aquele livro que você quer ler parece mesmo ser bom e tudo mais. É bem legal! E funciona, pois acabo de desanimar com livros que tinha achado o título e a sinopse interessantes e lá tem críticas ruins. Olha só, que ótimo! :D Essa sou eu lá
E como já perdi a linha do post, vou freetalkear de uma vez.
- Descobri que um amigo meu da escola está comprando Naruto! Imaginem a minha felicidade. Na sétima série
- A primeira leitura pra escola desse ano é Budapeste, do Chico Buarque, e parece que é legal, mas eu só li algumas páginas.
- Comecei a ler Melancia, da Marian Keyes, no começo do mês mas já estacionei. Vou ver se retomo
- Nesse feriado eu vou viajar pra um "acampamento" (retiro da igreja de uma amiga minha). Ela sempre falou que era divertido e tal, mas agora eu estou com um pouco de medo (afinal, cultos de DUAS HORAS, DUAS VEZES AO DIA). Pelo menos é algo diferente pra fazer.
- Comecei a fazer aulas de vôlei e teatro em inglês. Me desejem sorte.
Acho que era só isso. Se o lj não era um blog normal de freetalk, o meu acaba de virar.
:*
Goddamn, preciso de próximos capítulos.
Terminei de ler Eu Sou o Mensageiro, do Markus Zusak, que eu tinha começado nas férias de janeiro de 2008. É um bom livro. No final você fica meio "assim", principalmente quando tá atrasada, a caminho do correio, debaixo do sol desgraçado do meio-dia, mas as personagens desse caras são motherfuckermente amáveis.
Comprei um livro do Nelson Rodrigues com um vale que ganhei de Natal. Chama-se Elas Gostam de Apanhar (8D), e é uma coletânea de contos curtos de cinco páginas dele. Cruel, pessimista e cheio de amantes, é como você imagina o cara que escreve as histórias. E não se engana.
Fiquei bem chocada quando cheguei ao final do primeiro conto, na loja mesmo, mas depois de um tempo ele vai criando um padrão.
Padrão = adultério + morte.
Ainda assim é interessante e eu fiquei com vontade de ler outras coisas dele.
Agora, também, que eu completei minha coleção de Karekano sem ler as últimas edições, comecei a reler os mangás pra chegar ao final e, segundo a Faye, ficar decepcionada. Isso me lembra que eu não terminei de assistir o anime até hoje. Vou anotar isso.
A Tia me emprestou um DVD com os dois filmes de Battle Royale e eu peguei pra assistir de quinta pra sexta (por isso que acordei grogue, terminei o livro atrasada e cheguei na Liba atrasada), levando em consideração as atuações japonesas. (Alguém já percebeu que eles não fecham a boca depois de falar? Reparei nisso em Cartas de Iwo Jima.)
O primeiro filme é legal e, pelo que eu ouvi do mangá, é fiel. Tem uma lei
O problema sério começa no segundo filme, quando eles reinventam a lei, criam umas novidades legais, porém pegam um elenco estranho (não, o protagonista não consegue fechar a boca. E mais, fica fazendo caras e bocas com olhos esbugalhados.) e, ao invés de colocar os colegiais alegres pra matarem uns aos outros, como de costume, eles devem ir atrás do último vencedor (o ex-protagonista chato), que virou um terrorista cuja missão é...
MATAR OS ADULTOS.
Ou seja, um cara de 20 anos nas costas vai fazer um teste para o casting do live de KND - A turma do bairro. É bizarro e eu não vi até o final porque senti que estava perdendo meu tempo.
Ok.
Ah sim. Eu assiti a Ocean's Franquia (Onze, Doze e Treze Homens e alguns segredos), me apaixonei (só que no final do ano passado, então não conta) e me inspirei a ver a Trilogia Bourne, com o Matt Damon.
Eu nunca havia assistido nada com ele (eu sei, ignorante) e resolvi assistir. Estava passando no Megapix, eu gostei da dublagem (ah, é, eu comecei a gostar de assistir alguns filmes dublados também) e adorei o filme. Adorei mesmo, na moral. Surtei assistindo e pensando 'OMGOQUEÉESSEHOMEMDEDEUS', então resolvi alugar os três nesse fim de semana.
Eu não sou uma boa crítica, e nem tento ser, então meus comentários são pelo que eu gosto mesmo ou deixo de gostar. No segundo filme, deu pra sentir que mudou o diretor. No primeiro, é uma coisa diferente. É um drama com ação. Na seqüência, é um filme de ação, com ação, ação, ação e a destruição de tudo que enriquecia o Jason Bourne. Ele age, no 2 e no 3 (A Supremacia Bourne e O Ultimato Bourne) como se sentisse falta do que ele se tornou em A Identidade Bourne. Eu fiquei chateada assistindo, cara. Depressivo.
E não posso deixar de comentar que aquela música tema do Moby é muito foda. (Preciso baixar a discografia desse cara e algumas outras.)
Enfim, eu vou assistir os outros filmes dele, agora que fiquei inspirada.
Já ia esquecendo! Como no ano passado inteiro eu fiquei azucrinando a vida de uma amiga pra ela me emprestar O Fabuloso Destino de Amélie Poulain, ela resolveu me dar o DVD no meu aniversário. Fiquei felicíssima, claro, e fui assistir. Mas sobre esse filme eu nem tenho nada a comentar. Só que eu amei muito, chorei muito, vivi muito naqueles minutos de filme. E, lógico, me decepcionei litros com os comentários do diretor.
Agora quero ler O Poderoso Chefão que o Dogão me deu de aniversário, ver A Troca, Benjamin Button e Australia. E as séries da Sony que eu nunca acompanhei e agora resolvi assistir, que são Private Practice, Grey's Anatomy, Samanta WHO?, e Beverly Hills 90210 (a original e a continuação, shame on me. Minha mãe que fica incentivando! (mentira, ela nem sabe)).
E isso aqui ficou grande. Pelo menos deu o tempo de eu conseguir upar os vídeos no youtube. :)
Beijos, Ita.
Ontem eu e a Tia fomos à FNAC que a Bota tá trabalhando e eu vendi uns livros num sebo lá perto. Depois de algumas horas lá (é impossível ficar menos!), eu já tinha começado a ler um livro de mulherzinha da Marian Keyes como planejava e a Tia deu uma folheada básica no tão falado Crepúsculo, que eu não dava a mínima. Acho que me decepcionei com todos esses fenômenos pop, então whatever.
Quando íamos embora faltavam só duas horas pro turno da Bota acabar (sendo que chegamos com ela 8D) e ela veio alegre com uns papéis alegres. Ela tinha conseguido 6 ingressos pra pré-estréia que aconteceria às nove num shopping no final da avenida, com direito a lanchinhos, daí a gente deu uma corrida e foi.
Status:
Eu: não tinha lido nem a sinopse. Conhecia alguns dos atores por causa de filmes e séries. (VOLCHOK!)
Tia: tinha lido até a página 29 lá na loja mesmo.
Bota: tinha lido até a metade no pocket book da escola de inglês (e não tinha devolvido depois de uns cinco meses).
Chegamos lá com medo de encontrar fangirls malucas, mas acabou que a sessão foi bem tranqüila. Fiquei impressionada com o fato de só a gente ter esperado até o final dos créditos. Talvez por causa do horário, não sei.
A trilha sonora, pelo que eu reparei, é boa. A maquiagem exagera tanto no pancake dos coadjuvantes que deixa o pessoal muito estranho (vide Dr. Carlisle e o fulaninho que apareceu naquele episódio de Close to Home, o irmão descontrolado); dá pra ver que só o rosto é fantasmagórico e o resto do corpo é um branco normal. No Edward, talvez por aparecer mais, eles maneiraram e ficou 'natural'.
Os efeitos são muito Matrix pra mim. Dá pra ver as cordas, sabe? E eu não sei por que eles colocam tudo em slow motion. É como se dissesse 'viu o que eu consigo fazer? Eles voam!' e tira toda a naturalidade que teria pros vampiros em dar um salto gigante ou pular de uma árvore pra outra.
Como tudo isso que eu escrevi é só por consideração minha, então devo falar: não gostei do vilão como ficou. A Bota, quando eu disse isso, só gritou que eu não li o livro pra saber, mas eu acho que um vilão tem que ter apelo para que, ou a gente odeie, ou ame. Como ele não tinha, devia sem bonito pelo menos! Parece o Dente-de-Sabre.
Em suma, eu gostei bastante do filme porque tem apelo e eu sempre sou fisgada \o/. É muito gracinha ver a relação dos protagonistas (a Kristen Stewart -tal como em Into the Wild ♥- parece que vai se esfregar na parede a qualquer momento 8D), o Edward com algo parecido com tiques perto dela.
Foi um bom filme, muito divertido. Eu veria de novo.
Agora é só esperar por New Moon em novembro do ano que vem.
PS: Pra quem não leu o livro -e não tem quem conte-, não vai entender o título do filme porque cortaram a cena.

